Diogo Martins – Donos de Restaurante https://donosderestaurante.com.br Notícia, número e ferramenta para quem opera restaurante Sat, 03 Oct 2026 02:41:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.3 Incêndio em fritadeira fecha Xodó por até dois dias em BH https://donosderestaurante.com.br/equipamento/incendio-em-fritadeira-fecha-xodo-por-ate-dois-dias-em-bh/ Fri, 02 Oct 2026 23:55:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/incendio-em-fritadeira-fecha-xodo-por-ate-dois-dias-em-bh/ Um incêndio iniciado em uma fritadeira atingiu a cozinha do Xodó, restaurante de Belo Horizonte, na manhã desta sexta-feira, 2 de outubro. Segundo o proprietário, ouvido pela Rádio Itatiaia, o equipamento soltou faíscas antes de as chamas aparecerem. Os bombeiros foram chamados para a unidade da Rua Alagoas, na Savassi. Não houve feridos.

A operação foi interrompida naquele dia. A previsão informada pelo dono é manter o restaurante fechado por até dois dias, com possível retorno no domingo, 4 de outubro. Imagens publicadas pela Itatiaia mostram fuligem em móveis, paredes e outros equipamentos. O proprietário disse que a cozinha foi perdida e que o estabelecimento tem seguro, mas ainda não apresentou um levantamento dos danos.

O episódio deixa uma decisão imediata para quem opera fritura: qualquer sinal anormal exige retirar o equipamento de serviço e verificar a linha antes de voltar a vender. As faíscas relatadas são um indício, não um laudo. Até a publicação, não havia confirmação da causa, do modelo da fritadeira nem da origem do fogo no equipamento ou em sua instalação.

Incêndio em fritadeira: o que checar antes de religar

O primeiro passo após uma ocorrência é manter a área isolada e pedir avaliação técnica do conjunto afetado. Isso inclui alimentação elétrica, conexões, controles de temperatura, cabos e componentes da fritadeira, conforme o tipo de aparelho. Trocar apenas a cuba ou limpar a fuligem sem examinar a instalação pode deixar uma falha sem diagnóstico. A liberação para uso deve vir depois da inspeção, do reparo necessário e de testes feitos por profissional habilitado.

Mesmo em cozinhas sem acidente, o relato do Xodó é motivo para revisar a rotina de abertura. Quem liga a fritadeira deve saber identificar cheiro de queimado, aquecimento fora do padrão, ruído ou faíscas e ter autoridade para interromper o uso. Vale registrar a ocorrência, preservar fotos e nota de manutenção e acionar a assistência indicada pelo fabricante. Esse registro também ajuda na conversa com a seguradora, se houver cobertura.

A proteção precisa acompanhar o equipamento

Em Minas Gerais, a Instrução Técnica 32 do Corpo de Bombeiros determina, nas cozinhas abrangidas por seu campo de aplicação, distância mínima de 40 centímetros entre fritadeiras e a chama aberta de um equipamento vizinho. O texto também prevê extintores portáteis disponíveis na área de trabalho, conforme a legislação pertinente. A norma tem critérios de área, altura e comunicação entre ambientes; por isso, não dá para afirmar que todos os seus requisitos se aplicavam ao Xodó sem conhecer o projeto da edificação.

Para o operador, a revisão deve partir do projeto de prevenção aprovado para o imóvel e da configuração real da linha quente. Verifique a posição da fritadeira, os meios de combate previstos, o acesso a eles e a condição de coifa e dutos. Também é necessário treinar a equipe para interromper a operação, afastar pessoas e chamar os bombeiros pelo 193. Um extintor disponível não substitui a evacuação quando o fogo sai do controle inicial.

Parada da cozinha também é risco de negócio

Os dois dias estimados para o Xodó ainda são uma previsão. Mesmo uma pausa curta afeta pedidos, equipe, estoque perecível e canais de venda. Se a cozinha ficar indisponível, suspenda itens que dependem da fritura, revise os pedidos já aceitos e informe clientes e plataformas sobre o atendimento. Não anuncie uma data de retorno antes de avaliar segurança, limpeza e capacidade de produção.

O que fazer com isso

  • Inspecione fritadeiras e instalações quando houver faíscas, cheiro de queimado ou aquecimento irregular; retire o equipamento de uso até avaliação técnica.
  • Confira o projeto de incêndio da unidade, a posição da linha quente e o acesso aos meios de combate exigidos para aquele imóvel.
  • Treine cada turno para interromper a produção, retirar pessoas da área e acionar o 193 diante de um princípio de incêndio.
  • Prepare uma rotina de contingência para pausar vendas, avisar clientes e só retomar a cozinha após liberação segura.

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Óleo de algodão Fry chega à fritura profissional em balde de 14,5 kg https://donosderestaurante.com.br/equipamento/oleo-de-algodao-fry-chega-a-fritura-profissional-em-balde/ Mon, 28 Sep 2026 23:00:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/oleo-de-algodao-fry-chega-a-fritura-profissional-em-balde/ A M. Dias Branco Profissional anunciou em 22 de setembro o Óleo de Algodão Fry, voltado à fritura em restaurantes, lanchonetes, pastelarias e outras cozinhas comerciais. Para quem compra óleo em volume, a novidade abre uma comparação concreta com o insumo usado hoje na fritadeira, sem exigir uma troca imediata de processo.

A ficha do fabricante informa embalagem de 14,5 kg, validade de nove meses a partir da fabricação e indicação para fritura por imersão. O produto é líquido. O lançamento foi registrado pelo Giro News e pelo Food Innovation, que reproduzem a proposta da marca de maior estabilidade durante o aquecimento, sabor neutro e menor absorção de gordura pelos alimentos.

Esses atributos são alegações comerciais, ainda sem teste comparativo independente localizado nesta apuração. Também não foi divulgado preço de venda. Portanto, a pergunta para o dono da operação é quanto custa cada porção vendável, e não apenas quanto custa o balde.

Óleo de algodão Fry: o que medir na fritadeira

O primeiro teste deve repetir um preparo que já tenha ficha técnica: mesma fritadeira, quantidade de alimento, temperatura de trabalho, tempo e padrão de escorrimento. Registre quantas porções saem com qualidade aceitável antes da troca do óleo e quanto precisa ser reposto durante o turno. Compare o resultado com o óleo atual em dias de movimento semelhante.

Observe cor, odor e sabor do alimento, além da aparência do óleo ao longo do uso. A fabricante afirma que o produto mantém perfil sensorial neutro e favorece crocância, mas isso pode variar conforme o alimento, a carga por batelada e a rotina de filtragem. Uma amostra pequena, com registro de rendimento, vale mais do que extrapolar a promessa do fornecedor para todo o cardápio.

Preço por balde não resolve a conta

Peça cotação com preço por quilo, frete, prazo de entrega e quantidade mínima. Depois, divida o custo efetivo pelo número de porções aproveitáveis no teste. Inclua reposições de óleo e descarte na comparação. Se a qualidade cair antes do previsto, o custo real sobe mesmo que a compra inicial pareça vantajosa.

A página do produto indica atendimento para as regiões Norte e Nordeste. Isso não confirma estoque ou condições comerciais nas demais regiões. Antes de mudar a compra recorrente, confirme com o distribuidor local a disponibilidade, a data de fabricação dos baldes oferecidos e a regularidade de entrega. A validade de nove meses deve ser confrontada com o giro do estoque da casa.

O que fazer com isso

  • Cote o Óleo de Algodão Fry por quilo entregue e compare com o insumo atual.
  • Teste um item de alto giro nas mesmas condições de preparo e registre porções, reposição e descarte.
  • Prove as frituras em diferentes momentos do ciclo de uso do óleo antes de aprovar a troca.
  • Confirme disponibilidade regional e prazo de entrega antes de alterar a compra mensal.

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Patroni usa forno combinado em nova unidade; o que avaliar https://donosderestaurante.com.br/equipamento/patroni-usa-forno-combinado-em-nova-unidade-o-que-avaliar/ Sat, 26 Sep 2026 23:00:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/patroni-usa-forno-combinado-em-nova-unidade-o-que-avaliar/ A Patroni anunciou a volta de sua unidade no Shopping Pátio Alcântara, em São Gonçalo (RJ), com serviço de autosserviço e preparo dos alimentos em forno combinado. A informação foi publicada em 24 de setembro por O Gonçalense e também consta em notícia do Conecta Leste. Para quem equipa uma cozinha, o caso põe uma pergunta prática: o forno escolhido consegue atender o cardápio e o pico de reposição do balcão?

O anúncio não informa marca, modelo, valor de compra, número de refeições produzidas nem data exata da reabertura. Como referência de escala, um modelo iCombi Pro 6-1/1 da fabricante Rational comporta 6 cubas GN 1/1. Esse dado descreve um equipamento disponível no mercado, não o forno instalado pela Patroni. Capacidade nominal tampouco equivale, sozinha, ao número de pratos entregues por hora.

Forno combinado pede teste com o cardápio real

O forno combinado reúne modos de ar quente e vapor, com controle de temperatura e umidade. Isso permite programar cocções diferentes e padronizar lotes, mas o ganho depende do alimento, da carga, do tempo de preparo e da sequência de produção. A afirmação de que a nova unidade preparará toda a alimentação no equipamento é da divulgação da operação; não há medição pública de economia de óleo ou aumento de velocidade.

Num balcão de autosserviço, a decisão deve começar pelo giro de cada item. Faça uma grade com horário de abertura, volume de reposição, tempo de cocção e tempo de espera até a exposição. Se dois pratos precisam ocupar o forno no mesmo intervalo, a capacidade de cubas pode deixar de ser o limite: o gargalo passa a ser a duração dos ciclos. Vale testar o menu completo numa demonstração, inclusive assados, acompanhamentos e itens que exigem acabamento distinto.

Rede elétrica e água entram no orçamento do forno combinado

Comprar pelo preço da máquina sem calcular a instalação pode atrasar a operação. A ficha do iCombi Pro 6-1/1, usada aqui somente como exemplo, informa entrada de água, saída para dreno e versões a gás e elétrica. Na versão elétrica apresentada pela fabricante, a potência de conexão é de 10,8 kW. A instalação necessária muda conforme a versão e a infraestrutura do imóvel; não é possível aplicar essa especificação à unidade da Patroni.

Antes de assinar, peça ao fornecedor a ficha do modelo exato e submeta tensão, potência, disjuntor, abastecimento de água, drenagem e espaço de manutenção a um profissional habilitado. Em shopping, inclua as exigências técnicas do empreendimento. Defina ainda quem instala, quem faz a partida assistida, quem treina a equipe e como será registrado o aceite. Essas respostas afetam custo total e prazo de abertura tanto quanto o valor da nota fiscal.

O que fazer com isso

  • Meça o pico de produção por prato e a frequência de reposição antes de escolher a capacidade do forno.
  • Teste receitas reais em lotes e cronometre os ciclos que disputarão o mesmo equipamento.
  • Confira a infraestrutura com a ficha técnica do modelo escolhido e inclua adequações no orçamento.
  • Formalize instalação, treinamento, assistência e teste de aceitação no contrato de compra.

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Topema lança fogão de indução de piso na Equipotel 2026 https://donosderestaurante.com.br/equipamento/topema-lanca-fogao-de-inducao-de-piso-na-equipotel-2026/ Fri, 25 Sep 2026 23:00:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/topema-lanca-fogao-de-inducao-de-piso-na-equipotel-2026/ A Topema apresentou na Equipotel 2026 fogões de indução para cozinha profissional em configurações de duas, quatro e seis bocas. A versão de seis bocas é a maior citada na cobertura do lançamento, publicada em 15 de setembro. A novidade é o formato de piso; a empresa já vendia cooktops de indução.

Para o dono de restaurante, a informação abre uma alternativa de projeto quando é hora de substituir o fogão ou montar uma praça quente. Ainda não basta para fechar a compra: a notícia do lançamento não informa preço, potência total, dimensões nem requisitos de instalação elétrica dos novos modelos.

Fogão de indução Topema: o que muda no projeto

O modelo de piso permite comparar a indução com um fogão industrial que ocupa posição própria na cozinha, sem pressupor uma bancada de embutir. A escolha entre duas, quatro ou seis bocas precisa partir do número de panelas usadas ao mesmo tempo no pico, do espaço de circulação e das preparações que ficam mais tempo no fogo. Contar bocas sem mapear essas tarefas pode levar a uma compra maior ou menor do que a operação pede.

Antes de pedir orçamento, registre quais receitas usam cada boca, o tamanho das panelas e o tempo de ocupação no almoço ou jantar. Envie esse quadro ao fornecedor e peça a potência de cada zona, a potência total quando todas funcionam juntas e o desenho técnico da versão cotada. Esses dados não aparecem na reportagem sobre o lançamento.

Preço do lançamento e instalação ainda precisam de confirmação

A loja da Topema anuncia um cooktop de indução de uma zona por R$ 4.690,20, com potência de 3 kW e tensão de 220 V na página consultada. É um produto anterior e diferente dos fogões de piso mostrados na feira; seu preço não serve como cotação dos lançamentos. Também não se deve multiplicar os 3 kW pelo número de bocas para estimar a carga elétrica dos novos aparelhos.

O manual desse equipamento de uma zona recomenda consultar as instruções antes da instalação e manter a ventilação desobstruída. Para as versões novas, peça o manual específico e leve os dados de potência, tensão e ligação a um profissional responsável pela instalação. A necessidade de adequar quadro, cabos ou proteção elétrica pode alterar o custo final, mas não há valor divulgado que permita calcular esse gasto para uma casa específica.

A comparação deve incluir a rotina da cozinha

O teste que interessa ao operador é o da própria praça quente. Peça demonstração com as panelas e receitas que já usa, verifique se o fundo dos recipientes é aceito por cada zona e observe como o equipamento se comporta com várias bocas ligadas. Inclua limpeza, acesso à assistência técnica, garantia e prazo de entrega na proposta comercial.

A reportagem da feira informa as configurações apresentadas, mas não traz medições independentes de consumo ou tempo de preparo desses fogões. Assim, qualquer promessa de economia frente ao gás deve vir acompanhada das condições de teste e da conta de energia da operação. A decisão de compra depende do custo instalado e da capacidade de atender ao serviço, não só da quantidade de bocas.

O que fazer com isso

  • Mapeie quantas panelas trabalham simultaneamente no horário de pico e quais receitas ocupam cada boca.
  • Peça ficha técnica, manual, preço, prazo e garantia da configuração de piso que atende à cozinha.
  • Confira com um profissional a capacidade elétrica e o custo de instalação antes de comparar propostas.
  • Teste suas panelas e preparações em demonstração, com várias zonas em uso.

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Recipientes térmicos para buffet chegam a 50 litros na Equipotel https://donosderestaurante.com.br/equipamento/recipientes-termicos-para-buffet-chegam-a-50-litros/ Fri, 25 Sep 2026 05:50:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/recipientes-termicos-para-buffet-chegam-a-50-litros/ A Di Pratos apresentou na Equipotel 2026 uma linha de recipientes térmicos em aço inox 304 voltada a eventos e serviços de alimentação. Segundo a Revista Hotéis, os modelos têm capacidades de 10, 20, 22, 36 e 50 litros. A feira ocorreu de 15 a 18 de setembro, em São Paulo, e a novidade foi divulgada em 19 de setembro.

Para restaurantes com buffet, catering ou serviço fora da loja, a variedade de tamanhos abre uma pergunta prática: quanto alimento realmente precisa ficar disponível de cada vez? Comprar pelo maior volume pode ocupar espaço e dificultar a reposição em lotes menores. A capacidade anunciada, porém, não informa por si só quantas porções cabem nem por quanto tempo o alimento permanecerá na temperatura adequada.

A empresa também exibiu réchauds de linha premium com sistema de freio. A reportagem da feira não informa preço, dimensões, fonte de aquecimento, tempo de conservação térmica ou resultados de testes. Esses dados precisam entrar na cotação antes de qualquer decisão de compra.

Recipientes térmicos para buffet: capacidade não basta

O primeiro passo é comparar a demanda por turno com a frequência possível de reposição. Um recipiente de 50 litros pode fazer sentido em uma operação de alto volume ou em evento com produção centralizada. Para um balcão menor, os modelos de 10 ou 20 litros podem permitir trocas mais frequentes e reduzir o tempo de exposição. Isso é um critério de dimensionamento, não uma promessa de economia ou segurança do produto apresentado.

Peça ao fornecedor as medidas externas, o peso cheio, o modo de fechamento, a facilidade de desmontagem e limpeza e a indicação exata de uso com alimentos quentes ou frios. Confirme também se o recipiente é apenas isolado ou se precisa de uma fonte ativa de aquecimento ou refrigeração. O material em inox 304 é uma especificação divulgada para a linha, mas não substitui o teste da temperatura do alimento durante o serviço.

Réchaud com freio exige teste no balcão

Nos réchauds, o freio anunciado pode ajudar a controlar o movimento da tampa ou do conjunto, mas a fonte consultada não descreve o mecanismo. Antes de fechar pedido, vale observar uma demonstração com a equipe que monta e repõe o buffet: abertura, estabilidade, acesso à cuba, limpeza e espaço necessário entre as peças. Também é preciso verificar consumo, peças de reposição e assistência, informações que não vieram na apresentação da feira.

A regra sanitária continua sendo a medida decisiva. A Anvisa orienta que alimentos preparados conservados a quente fiquem acima de 60 °C por, no máximo, seis horas. Por isso, a seleção de qualquer recipiente ou réchaud deve prever medição da temperatura no próprio alimento e registro durante a distribuição. Capacidade ou aparência não comprovam que o conjunto manterá esse limite em uma operação real.

O que fazer com isso

  • Meça o volume servido por item e por turno antes de escolher entre 10 e 50 litros.
  • Peça ficha técnica, preço, dimensões, modo de aquecimento e condições de assistência para cada modelo cotado.
  • Teste a montagem, a reposição e a limpeza do réchaud com a equipe que opera o buffet.
  • Registre a temperatura do alimento durante o serviço e ajuste a reposição se o limite sanitário não for mantido.

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FEAL SC 2026 reúne mais de 80 expositores para o food service https://donosderestaurante.com.br/equipamento/feal-sc-2026-reune-mais-de-80-expositores-para-o-food/ Thu, 24 Sep 2026 23:00:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/feal-sc-2026-reune-mais-de-80-expositores-para-o-food/ A FEAL/SC 2026 abre em 28 e 29 de setembro, no CentroSul, em Florianópolis, com entrada gratuita mediante inscrição. A organização prevê mais de 80 expositores e cerca de 60 atividades de conhecimento. São projeções para a edição que ainda vai acontecer, não resultados já registrados.

Para quem precisa trocar um forno, dimensionar uma masseira ou rever a linha de preparo, o encontro pode servir como rodada de comparação entre fornecedores. A feira reúne produtos, máquinas e serviços para operadores de alimentação, além de arenas práticas de hambúrguer, pizza, panificação e confeitaria. O evento não divulgou, no material consultado, preços de equipamentos nem uma lista completa de modelos disponíveis.

FEAL SC 2026: compare a máquina com a sua demanda

O ponto de partida para visitar a feira deve ser o gargalo da casa. Um forno maior só resolve uma fila se a etapa que limita a produção for o assamento. Se o atraso estiver na abertura da massa, na montagem ou na expedição, a compra pode deslocar o problema sem aumentar as vendas. Leve registros dos horários de pico, volume de pedidos e tempo de cada etapa para conversar com os fabricantes.

Peça uma demonstração com um produto parecido com o seu, na quantidade que representa seu turno mais carregado. Confira capacidade útil, tempo de recuperação de temperatura, espaço de instalação, exigências elétricas ou de gás, limpeza e assistência técnica na sua cidade. Solicite esses dados por escrito para comparar propostas equivalentes depois da visita. Promessas de produtividade feitas em condições de teste não substituem uma conta com o cardápio e a equipe reais.

A programação ajuda a separar técnica de oferta comercial

A agenda oficial publicada até agora lista 36 atividades nas três arenas temáticas. Na Arena Pizza & Panificação, há apresentações sobre fermento natural em escala comercial e gestão financeira; a Arena Burger inclui gestão e processos; a de Confeitaria & Festas traz preparo de massas frescas e segurança dos alimentos. A organização fala em cerca de 60 atividades no conjunto do evento, mas a programação publicada pode mudar.

Essas sessões permitem formular perguntas antes de negociar: qual mudança de processo o equipamento exige, quantas pessoas precisam ser treinadas e que manutenção entra na rotina? Uma demonstração de receita mostra possibilidades de uso, mas não comprova retorno financeiro. Para calcular a compra, some instalação, consumo, insumos, manutenção e eventual parada da operação ao valor da máquina. Depois compare esse custo com a capacidade adicional que sua cozinha realmente consegue vender.

Visita exige roteiro e orçamento prévio

A feira de negócios funciona das 10h às 19h nos dois dias. O credenciamento começa às 8h, segundo a FACISC, que também confirma a participação de fornecedores e as arenas de Confeitaria, Hamburgueria e Pizzaria & Pão Artesanal. A programação pode sofrer alterações, por isso vale confirmar o horário da sessão desejada antes de sair.

Quem não vai a Florianópolis ainda pode usar a agenda como lista de temas para cobrar demonstrações locais. Peça propostas comparáveis a pelo menos dois fornecedores, com especificações, prazo de entrega e condições de instalação. A feira é uma oportunidade de pesquisa; a decisão de compra depende das medidas e dos números da própria operação.

O que fazer com isso

  • Mapeie o gargalo da cozinha e anote pedidos por hora, tempo de preparo e perdas antes de procurar equipamentos.
  • Agende demonstrações com fornecedores e leve medidas do espaço, demanda de pico e disponibilidade elétrica ou de gás.
  • Compare propostas completas, incluindo instalação, treinamento, manutenção e assistência na sua região.
  • Confirme inscrição e horários das arenas no site oficial antes da visita.

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Água Acquíssima em vidro retornável chega ao restaurante https://donosderestaurante.com.br/equipamento/agua-acquissima-em-vidro-retornavel-chega-ao-restaurante/ Thu, 24 Sep 2026 05:52:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/agua-acquissima-em-vidro-retornavel-chega-ao-restaurante/ A Acquíssima apresentou uma linha de água mineral em garrafa de vidro retornável de 300 ml, voltada a restaurantes, hotéis e eventos. Há duas versões: Personalité, sem gás, e Passion, com gás. O lançamento foi divulgado em 18 de setembro pela Associação dos Fabricantes de Bebidas do Brasil (Afabbra) e também apareceu na cobertura da Equipotel 2026 da Revista Hotéis.

Para o restaurante, a mudança está na embalagem e na rotina de serviço. A garrafa individual pode ir fechada à mesa, mas o caráter retornável exige espaço para guardar vazias e uma coleta acertada com o fornecedor. A divulgação consultada não informa preço para a operação, pedido mínimo, cobertura de distribuição nem condições de retorno. Sem esses dados, ainda não dá para afirmar se a troca de PET ou lata melhora a margem.

A fabricante já vendia água em lata e PET. A novidade é oferecer mais uma apresentação para a mesma categoria de bebida. A decisão de colocar o vidro no cardápio deve partir da conta por unidade vendida e da capacidade da equipe de controlar o vasilhame.

Água Acquíssima em vidro retornável: o que muda na compra

O volume de 300 ml facilita comparar a nova opção com as águas individuais hoje compradas pela casa, desde que o cálculo use o mesmo volume ou converta tudo para preço por litro. Peça uma proposta que separe preço da água, eventual cobrança pelo vasilhame, frete, prazo de pagamento e regras para perdas ou quebras. Uma garrafa mais atraente na mesa não resolve uma operação em que o recolhimento custa tempo ou ocupa espaço demais.

Confira também se o distribuidor atende a frequência de entrega do restaurante. O retorno das vazias precisa caber na rotina de recebimento: onde elas ficam, em que condições são aceitas e quando ocorre o crédito ou a reposição. Essas condições não aparecem nas fontes do lançamento e dependem de negociação local.

Serviço à mesa e controle do vasilhame

Antes de ampliar a compra, teste a embalagem no salão. Observe o tempo para abrir e servir, a necessidade de refrigeração e o espaço usado por caixas cheias e vazias. Registre quantas garrafas entram, saem para as mesas e voltam ao depósito a cada turno. Esse controle permite enxergar perdas e comparar o custo efetivo com o formato atual.

O argumento ambiental também pede cuidado. A embalagem é anunciada como retornável, mas as fontes não detalham quantas viagens cada garrafa fará nem a logística de coleta em cada cidade. Não há base, por enquanto, para prometer uma redução específica de resíduos ou emissões no restaurante.

Cerveja Gunnen é outra decisão de cardápio

Na mesma apresentação, o grupo mostrou a Gunnen, descrita pela Revista Hotéis como cerveja de baixa caloria. O site da marca distingue a Gunnen regular, anunciada com 25 calorias por 100 ml, da Gunnen Zero, com 0,0% de álcool. São produtos diferentes; baixa caloria não significa ausência de álcool. Para decidir se alguma versão merece espaço na geladeira, confirme rótulo, volume, preço de compra e giro esperado de cada SKU com o distribuidor.

O que fazer com isso

  • Solicite cotação da água de 300 ml com preço, pedido mínimo, frete e prazo.
  • Negocie por escrito a devolução de vasilhames, inclusive perdas e quebras.
  • Teste um lote pequeno e compare margem, giro e espaço ocupado com a embalagem atual.
  • Confira o rótulo exato da Gunnen antes de anunciar teor alcoólico ou calorias.

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Schipper leva utensílios à Equipotel 2026 e anuncia 1.400 novidades https://donosderestaurante.com.br/equipamento/schipper-leva-utensilios-a-equipotel-2026-e-anuncia/ Wed, 23 Sep 2026 23:50:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/schipper-leva-utensilios-a-equipotel-2026-e-anuncia/ A Schipper apresentou na Equipotel 2026, realizada de 15 a 18 de setembro em São Paulo, seu catálogo 2026/27 com mais de 1.400 novidades para o mercado profissional. O número foi informado pela empresa e também aparece na cobertura da Revista Hotéis. O portfólio completo reúne cerca de 6 mil itens, distribuídos entre hotelaria, gastronomia e serviços de alimentação.

Para restaurantes, os destaques descritos na cobertura são um sistema modular de carrinhos e acessórios para montagem de buffets, porcelanas Bonna e a representação da marca de utensílios Riva no Brasil. O volume anunciado é do catálogo inteiro; a Schipper não detalhou quantos dos 1.400 itens servem especificamente a uma cozinha ou salão de restaurante.

Utensílios na Equipotel 2026: o que muda na escolha

O sistema modular interessa a quem precisa montar e desmontar serviço de buffet ou mudar a disposição da linha de atendimento. A notícia, porém, não informa medidas, capacidade de carga, material, consumo elétrico ou preço dos módulos. Sem esses dados, a novidade funciona como opção para cotação, não como compra aprovada. O operador pode pedir a configuração completa para o seu espaço, incluindo carrinho, acessórios, frete e montagem, e compará-la com a estrutura que já usa.

Na mesa, a promessa mais concreta é a garantia vitalícia da Bonna contra lascas nas bordas. A condição exige cuidado: o catálogo da fabricante informa que a cobertura vale para peças selecionadas identificadas com o selo de resistência da borda. Portanto, vale conferir o código de cada prato ou tigela cotado, a regra de troca aplicada no Brasil e a disponibilidade de reposição da mesma linha. Garantia de borda não equivale a cobertura contra toda quebra.

Catálogo maior não revela custo por serviço

O novo site de compras B2B anunciado pela Schipper deve permitir consultar produtos e preços depois do cadastro, segundo a Revista Hotéis. A matéria não traz valores dos itens apresentados nem prazo de entrega. Uma comparação útil começa pelo custo de um conjunto completo em uso: quantidade de peças por turno, reposição por quebra, lavagem, armazenamento e peças de reserva. Em buffet, é preciso somar os componentes necessários para a operação, em vez de comparar só o valor do carrinho.

A feira apresentou fornecedores de vários segmentos, e a Schipper atende também a hotelaria. Isso pede uma triagem por necessidade real do restaurante. Um prato mais resistente pode reduzir trocas, mas só a cotação e o histórico de perdas da casa permitem calcular se o preço se paga. Para o sistema modular, a decisão depende de medidas, fluxo de clientes e tempo gasto pela equipe na montagem atual.

O que fazer com isso

  • Liste os itens que hoje quebram, faltam ou atrasam a montagem do serviço.
  • Peça códigos, medidas, preço total e prazo de entrega dos módulos e das peças de mesa.
  • Confira quais modelos Bonna têm o selo de garantia de borda e as condições de troca no Brasil.
  • Compare a cotação com perdas registradas e tempo de montagem antes de trocar o equipamento.

Para aprofundar

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Processadora de resíduos Topema ganha cálculo de indicadores https://donosderestaurante.com.br/equipamento/processadora-de-residuos-topema-ganha-calculo-de-indicadores/ Wed, 23 Sep 2026 10:58:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/processadora-de-residuos-topema-ganha-calculo-de-indicadores/ A Topema apresentou na Equipotel 2026 uma atualização da processadora de resíduos orgânicos da linha Eco: o equipamento passa a calcular automaticamente indicadores ligados à redução do material processado. A novidade foi registrada pela Revista Hotéis em 15 de setembro e interessa a restaurantes que avaliam mecanizar o tratamento das sobras da cozinha.

A fabricante anuncia redução de até 90% do volume de resíduos em sua página sobre a linha. A reportagem da feira também cita o percentual, atribuído à empresa. Trata-se de uma alegação comercial, sem teste independente confirmado na apuração. O fato novo é o cálculo automático dos indicadores, pois a promessa de redução já aparecia em materiais anteriores.

O que muda na processadora de resíduos Topema

Segundo a reportagem, o acompanhamento exigia cálculos manuais do cliente. A atualização incorpora essa tarefa ao equipamento. Para quem controla descarte por turno ou unidade, a possibilidade merece entrar na demonstração comercial: quais dados aparecem, como são calculados e de que maneira podem ser consultados depois.

A recomendação é levar uma amostra representativa dos resíduos da casa ao teste. Peça o registro do material de entrada e do resultado de saída, com unidades claramente identificadas. Volume e peso devem ser comparados separadamente; um percentual apresentado sem essa distinção pouco ajuda a dimensionar armazenamento ou contratar coleta.

O anúncio consultado não informa preço, lista detalhada dos indicadores nem possibilidade de exportação dos registros. Também não esclarece se máquinas já instaladas podem receber a atualização. Esses pontos precisam constar da proposta antes de qualquer sinal de compra.

Menos volume não significa a mesma redução na conta

Uma queda de até 90% no volume não equivale automaticamente a cortar 90% da despesa com descarte. Como critério de compra, compare o contrato atual de coleta com uma proposta para o volume residual: se a cobrança continuar fixa, a diminuição física pode não produzir economia financeira imediata.

Inclua no orçamento o equipamento, a instalação, o consumo de energia, a manutenção e o trabalho de abastecer e limpar a máquina. Peça também instruções sobre os materiais aceitos e a destinação do que sai do processo. A decisão deve considerar esse fluxo completo, inclusive o espaço ocupado na área de serviço.

Para avaliar retorno, use a economia líquida mensal demonstrada no teste e nas cotações. Se os custos adicionais consumirem a economia de coleta, o investimento precisará de outra justificativa operacional. Processar sobras tampouco recupera o dinheiro gasto em alimento comprado ou preparado em excesso.

O que fazer com isso

  • Pese o descarte em dias de movimento diferente e separe sobras do preparo e do salão para dimensionar a necessidade real.
  • Solicite demonstração com resíduos da casa, registro dos resultados e explicação dos indicadores automáticos oferecidos.
  • Compare compra, instalação, operação e manutenção com o custo atual e uma nova cotação de coleta.
  • Exija na proposta o modelo, a capacidade, os requisitos de instalação, a assistência disponível e as condições da atualização.

Para aprofundar

Fontes

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Incêndio em fritadeira elétrica: 3 casos em SC em 9 dias https://donosderestaurante.com.br/equipamento/incendio-em-fritadeira-eletrica-3-casos-em-sc-em-9-dias/ Sat, 19 Sep 2026 22:30:00 +0000 https://donosderestaurante.com.br/uncategorized/incendio-em-fritadeira-eletrica-3-casos-em-sc-em-9-dias/ O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina foi acionado às 19h09 do dia 15 de setembro para um restaurante na Avenida Rio Grande do Sul, no Centro de São José do Cedro, no Extremo Oeste do estado. Pelo relato do funcionário que operava o equipamento na hora, o foco inicial não foi a gordura quente: foi a tomada de energia em que a fritadeira elétrica estava ligada. As chamas foram controladas antes da chegada da guarnição.

Quatro dias antes, em Rio do Sul, o fogo em outro restaurante começou dentro da fritadeira, pegou o óleo e subiu para a coifa e o forro. Na madrugada de 19 de setembro, na mesma cidade, a cozinha de um posto de combustível teve cerca de 10 metros quadrados queimados depois que uma fritadeira elétrica em uso pelos funcionários pegou fogo. Foram três ocorrências com o mesmo equipamento em nove dias, todas sem feridos.

Em agosto, um incêndio de fritadeira em um restaurante de São Miguel do Oeste deixou cerca de R$ 20 mil de prejuízo em estrutura e mantimentos, apagado com dois extintores de pó químico de 4 quilos. Só até abril deste ano, o CBMSC somou 3.565 atendimentos de combate a incêndio no estado.

Três incêndios em fritadeira elétrica expõem o circuito, não o cozinheiro

A ocorrência de São José do Cedro é a que mais interessa a quem compra equipamento: fogo que nasce na tomada não se resolve com treinamento, e sim com instalação dimensionada para a carga.

A ABNT NBR 5410 é explícita: toda tomada destinada a alimentar, de forma exclusiva ou quase exclusiva, equipamento com corrente nominal acima de 10 A precisa constituir circuito independente, a chamada tomada de uso específico. Uma fritadeira elétrica comercial de 5.000 W em 220 V puxa perto de 23 A. Ligada em régua, extensão ou benjamim compartilhado com liquidificador e micro-ondas, o ponto de falha vira o plugue, não a cuba.

Na hora de comprar, a informação decisiva está na placa do aparelho: potência em watts e tensão. Com esses dois números o eletricista diz se o circuito atual aguenta ou se a compra precisa vir com um ponto novo e disjuntor próprio.

Pó químico controla, mas quem apaga óleo é o classe K

Óleo e gordura aquecidos formam fogo de classe K. O extintor de pó ABC ou BC abafa a chama, mas não resfria a massa de óleo, que segue acima do ponto de ignição e pode reacender assim que o pó assenta. Daí a orientação técnica de substituir por classe K os extintores que protegem fritadeiras e equipamentos de cozimento.

Vale conferir também o que está pendurado acima da fritadeira: a NBR 14518, item 5.5.4.1.6, veda o uso de CO2 na proteção de coifas. Nos dois casos de Rio do Sul o fogo subiu pela coifa e pelo forro, caminho clássico quando há acúmulo de gordura no duto e nos filtros.

O que fazer com isso

  • Anote hoje a potência e a tensão de cada fritadeira, chapa e forno da casa, e leve a lista ao eletricista para checar se cada equipamento acima de 10 A tem circuito e disjuntor próprios.
  • Elimine régua, extensão e benjamim da praça quente. Equipamento de cozimento em tomada compartilhada é o cenário que apareceu em São José do Cedro.
  • Troque o extintor que fica perto da fritadeira por um classe K e confirme com o Corpo de Bombeiros do seu estado o que a instrução técnica local exige para cozinha comercial.
  • Programe a limpeza de coifa, filtros e duto em intervalo fixo, com registro datado, porque é por aí que o fogo da cuba vira incêndio de forro.

Para aprofundar

Fontes

Diregional · ND · Rádio · ClicRDC · Notisul · Osetoreletrico · Bucka

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